quarta-feira, 7 de setembro de 2011

O Soberano Negro do Caos é Despertado no Encantado Templo de A’zura-Kai (O Esplendor de Mil Espadas Brilhando Sob o Brasão do Império Hyperboreano II)

[Altarus:] Você deve aprender a controlar sua forma espirítual, Xerxes... pois dominando a arte de atravessar as névoas você poderá viajar para muitos lugares, e muitos tempos, sem esforços. Incontáveis segredos serão destrancados a ti, e você será iluminado.

[Xerxes:] Sim, mestre... e ainda, há um reino que me intriga acima de todos os outros, uma era a qual ocupa meus pensamentos incessantemente... O que houve no combate entre o Exército Real de Hyperborea e os Espectros do Soberano Negro do Caos?

[Altarus:] Ah, sim... comande as névoas, Xerxes... olhe dentro de suas profundezas ilimitadas... conveça-as a lhe mostrarem a visão da guerra a qual você busca tão fervorosamente.

[Xerxes:] Sim... Eu vejo as forças massivas, a batalha é iminente! Quão esplêndido é o Exército Imperial encarando o inimigo... para o combate eles avançam!

Capítulo 4: O Rei Sanguinário (Os Exércitos do Império Hyperboreano enfrentam ferozmente a Horda dos Espectros)

[O Rei:]

Cavalaria Imperial... avancem! DERRUBEM-OS!

Para a batalha! Demonstrem-lhes de um jeito inesquecível a arte da guerra Hyperborana!

Lanceiros, formem a Falange Ômega.

Arqueiros, flechas afiadas, preparem-se para atirar.

Guerreiros, preparem-se... Soem a trombeta!

Escutem, filhos do glorioso Império...

Aqui nós resistiremos sobre o Campo de Sangue...

Mesmo se morrermos neste dia,

Nossa lenda viverá para sempre.

[Altarus:] E os exércitos se encontraram sobre o Campo de Sangue que estendia-se sem vida ante a milenar cidadela a qual os homens chamavam de Templo de A'Zura-Kai, um lugar misterioso e malévolo localizado em furiosos presságios de terror lendário...

Sim, a carnificina daquele primeiro embate foi fenomenal. A Cavalaria Hyperboreana rasgou gloriosamente dentro das fileiras frontais dos guerreiros das sombras, o encantamento do Cristal de Mera deixando a escamosa pseudo-carne dos espectros completamente vulnerável ao aço das legiões reais. O próprio rei cavalgou até o front do massacre, sua encantanda lâmina-ébano decepando dez à esquerda e multilando dez à direita. Seus impiedosos olhos brilhando sob seu plumoso elmo com chifres. O momento daquele primeiro ataque jogou os seres negros em uma desordem gritante, e a vanguarda do Caos caiu ante o trovejante resultado do ataque Imperial. Mas as venenosas e maléficas lâminas dos espectros tomaram sua praga sobre os Cavaleiros Hyperboreanos.

Alcançandos por espadas e lanças leprosas, homens e montarias caíam gritando para a terra empoeirada, onde eles eram impiedososamente destroçados e devorados pelas mandíbulas salivantes dos servos do Soberano do Caos. Sim, gloriosa era a coragem dos guerreiros reais, admirável era seu vigor... para cada Cavaleiro Imperial tombado para os seres negros, cinco espectros encontravam sua morte sob o abate do aço real. E ainda, não era o bastante. Como uma suavizante maré, as sombras cercaram a cavalaria, e o rei ensaguentado ordenou aos Hyperboreanos que limpassem a área e reagrupassem. Então, com rajadas de flechas como seu mensageiro, e a Oração de Batalha de Hyperborea em seus lábios, a Guarda Imperial marchou para o voraz abraço do combate, e nunca na impiedosa e sangrenta História das Batalhas houve uma luta a rivalizar-se com a massacrante magnetude deste íncrivel combate...

[O Arce-Espectro:] Servos do Caos, despedaçem suas carnes, esmaguem seus ossos, devorem suas almas!

Capítulo 5: Devastação no Templo de A'zura-Kai

[O Rei:]

Avante com as lâminas brilhantes de suas lanças,

Presentei-os penetrando com o aço frio em seus corpos,

Tombem apenas quando seus corações cessarem de bater,

Homens de Hyperborea.

[Altarus:] Ao comando do Rei, a trombeata soou, movendo os resistentes veteranos de batalha do Exército do Sétimo Pântano para os flancos para unirem-se aos remanescentes da Cavalaria Real. Como uma tempestade purificante, as Forças Imperiais aliadas avançaram em meio aos espectros para dar a morte certeira a seus inimigos das trevas. Mas naquele momento, o terror negro desceu gritando do céu do crepúsculo... enxames uivantes de demônios alados, atirados diretamente do maligno peito de Lord Angsaar, atacaram com razantes com suas garras afiadas pelo combate. Sitiados homem-a-demônio sobre o campo, e preocupados com os gritantes horrores do Soberano do Caos, o Exército Hyperboreano começara a gaguejar, e a tombar. E então, contemplando a carnificina, o Rei ergueu sua mão esquerda ao alto, segurando o Cristal de Mera, e em sua manopla direita ele brandiu a Ruína de Angsaar, a ameaçadora Espada das Sombas outrora portada pela imortal nêmese do Soberano do Caos... e ele disse em alto tom palavras cheias de terror e viculadas a milênios, palavras de invocação as quais somente ele ouvira nas profundezas adentro das sombrias e amaldiçoadas Montanhas dos Mortos...

[O Rei:] Pelos escurecedores poderes da Espada das Sombras, eu invoco a fúria da tempestade para destruir as massivas Legiões do Caos!

[Altarus:] E ao som destas temíveis Palavras de Poder, os céus se abriram largamente em fúria, e tentáculos ferventes de raios destruidores foram exoneravelmente lançados direto dos céus arrastando e destruindo as massivas hordas do Caos...

[Xerxes:] E os temíveis feitiços que ele aprendera da Montanha... Suas conjurações venceram a batalha para as legiões do Rei?

[Altarus:] Os demônios foram atingidos por uma estupefata explosão de encantamentos arcaicos, o poder dos feitiços foram inexplicavelmente aumentados pelos encantos do Cristal. Os Espectros foram repentinamente derrotados pelas magias antigas, deixando o campo de batalha uivando seus anátemas e suas maldições contra o Rei, e os horrores alados caíram tostados ou ainda queimando dos céus enfurecidos. Mas as distorcidas maquinações do traiçoeiro Caos haviam preparado para o Rei um último golpe neste temível confronto... sim, o Soberano do Caos reservara seu mais abominável ataque até o fim...

Capítulo 6: O Despertar do Caos

[Lord Angsaar:]

Voem meus alados sentinelas da noite,

Tragam a mim o Nono Cristal do Poder,

Para que eu possa finalmente ser livre uma vez mais...

Venha então, mortal! Ouse testar esta maldita lâmina de aço negro contra mim se for corajoso! Oh grande rei, seu lamentável exército será varrido ante minha ira! Ao amanhecer, dez mil morrerão!

[O Rei:] Pela eterna glória de Hyperborea!

[Altarus:] Atacando dos céus que se enegreciam rápidamente, o Arce-Espectro de Angsaar, que assistia a batalha com seus brilhantes olhos inumanos, saltou em um ataque e golpeou o rei, cobrindo-o com suas asas escuras e levando suas garras de aço dilacerante contra a armadura dourada do rei. E ainda não era a vida do Descendente Real de Hyperborea que o demônio buscara naquela fatídica noite, ao invés disso buscara o que o Rei segurava em seu punho metálico... o Cristal de Mera. Puxando a brilhante jóia pré-diluviana de seu guardião, o Arce-Espectro soltou suas asas de couro e com um razante voou em direção ao brilho profundo com uma cacafônica risada de vitória, deixando o Rei rugindo em ira para trás.

[Xerxes:] Mas o que Angsaar queria com o Cristal? Sei que ele batalhou contra sua nêmese imortal pela possessão das gemas místicas muitos éons atrás... mas que uso teria apenas uma das jóias para ele?

[Altarus:] Após erguer-se de sua Câmara do Sono, o poder do Soberano do Caos estava terrívelmente esgotado... e ele estava incapaz de se aventurar além das paredes obsidianas de sua Citadela das Sombras, sendo forçado a comandar seus espectros e demônios para que completassem seus esquemas doentios para seu beneficío. Quando ele descobriu que os magos da Corte Real de Hyperborea tinham em sua posse a Nona Jóia da Confederação Galáctica de Mera, a mais poderosa de todas as chaves cristalinas da Matriz Psiônica Epsilon, ele começou a elaborar um complexo plano do qual ele ganharia a gema e facilitaria sua libertação, quebrando suas algemas e permitindo-o um reinado livre para espalhar sua vil influência pela terra uma vez mais. Utilizando de toda a extensão de sua encantanda arte-negra de controle mental, Angsaar conseguiu implantar espiões e traidores dentro da Corte do Rei, e assim colocou em prática uma cadeia negra de eventos traiçoeiros criados para trazer os Exércitos de Hyperborea para lutar em um lugar cuidadosamente pré-determinado... o Templo de A’zura-Kai... uma antiga cidadela construída sobre o local onde, muitos milhares de anos atrás, uma das carruagens estrelares da Confederação Galática foi violentamente arremessada para a Terra pelos tempestuosos céus de uma poderosa tempestade-mágica galáctica... um lugar onde as energias estrelares nascidas do Cristal Primordial seriam aumentadas, se possuídas em sincronia com os encantamentos arcanos corretos, dos quais somente Angsaar sabia...

[Xerxes:] Então a batalha, a derrota dos espectros, tudo aquilo foi meramente um truque... um esquema implementado pelo Soberano do Caos meramente para realizar sua ambição final de quebrar as algemas místicas?

[Altarus:] Aye... o Templo atuaria como um portal, um portão aberto pelo poder do Cristal, uma enorme abertura na barreira dimensional através da qual Angsaar poderia finalmente escapar do cárcere de sua citadela. E enquanto o arce-espectro planava pelos ventos noturnos em sua jornada de retorno ao seu mestre maligno, o Cristal Primordial prendido em suas garras ensanguentadas, o Rei soube, enquanto assistia o Templo de A’Zura-Kai começar a brilhar com uma grande e omniscente luminescência sideral, que naquela véspera cheia de batalha ele havia derrotado uma temível ameaça no Campo de Sangue apenas para despertar um inimigo infinitamente mais terrível... Porém o Soberano do Caos não havia contado com o poder da coisa que ele mais temia... a única coisa da qual havia um pequeno brilho de esperança de arruinar seus temíveis planos e restaurar ordem à gloriosa Hyperborea...

[Xerxes:] Sim, a única chance... a última esperança de vitória...

[Altarus:] A Espada das Sombras. Evidentemente era mais uma vez a temerosa inteligência extra-dimensional ligando a espada e a gema, a excência cristalina a qual guiara o Rei para o montanhoso local de descanso da lâmina ébano, e que protegera a presença da encantanda arma imortal de seu inimigo até ser trazida para atuar no campo de batalha, essa ligação mágica colocada dentro da Nona Gema pelo Imortal se em qualquer momento o poder da Espada das Sombras fosse novamente necessário para ser usado contra o Caos! E com o Arce-Espectro desparecendo no escuro maciço, aquele pedaço de temeroso aço negro falou mais uma vez com o Rei na mesma longíngua língua morta que ardera em sua mente dentro das profundezas das Montanhas dos Mortos, a essência do Imortal místicamente lacrada no interior da lâmina instruindo o Herdeiro Real de Hyperborea a colocar a si mesmo numa última e cataclísmica tarefa... uma tarefa da qual terminaria com as aspirações do Soberano do Caos para sempre, ou imergir Hyperborea e os reinos do mundo em um interminável abismo de sofrimento eterno e vorazes turbilhões de canificina sem fim e horror galactíco...

[Xerxes:] Qual era a tarefa? O que podeira deter o Soberano do Caos? Eu devo saber o resultado deste confronto!

[Altarus:] A visão começa a escurecer... as névoas uma vez mais tecem seu feitiço para proteger seus segredos perdidos no tempo. Pratique sua arte, Xerxes... melhore suas habilidades, e o resultado final deste conto épico logo será de seu conhecimento...

[Letra: Lord Byron Roberts]

[Música: Jonny Maudling]

[Tradução & Adapatção: Lucas F. Corrêa]

Continua em: Clamem Devastação pela Glória, e a Aniquilação dos Titãs do Caos (O Esplendor de Mil Espadas Brilhando Sob o Brasão do Império Hyperboreano parte III)

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

O Esplendor de Mil Espadas Brilhando Sob o Brasão do Império Hyperboreano

[Altarus:] Olhe profundamente pelas névoas com seus olhos-espírituais, Xerxes... olhe para longe, e diga-me o que vê.

[Xerxes:] Eu vejo uma terra distante ao norte... um vasto império de terras negras sem fim e montanhas coroadas de neve... uma terra de cidades protegidas e reis-guerreiros que saúdam Deuses destemidos.

[Altarus:] Olhe bem, Xerxes, escondidos pelas névoas estão os iluminados vales de Hyperborea...

Capítulo 1: O Sonho do Rei

Pelo cetro de onyx de meus ancestrais, o ar está agitado com agouros de destronamento... no caminho o grande medo assim profetizado! Em um sonho eu fui convocado a montar o unicórnio de olhos prateados até o Anel de Pedras... Lá um aglomerado de lodo viscoso me atacou violentamente, enquanto trombetas e chifres cantavam a canção de minha desintegração... E da usrpação de meu antigo trono azul. Assassinos invadiram os salões anoitecidos de meu palácio... lâminas e cálices envenenados cercam-me. Eu estava sedento por um balsámo, mas minha sede foi extinta por um gole envenenado. O braço que segura minha espada foi amarrado pelos tentáculos da lentidão... Encantado pelo brilho do abismo... Carregado sobre asas de um temor labirintico... Eu acordo! Eu procurarei o conselho do Sacerdote, guardião dos antigos pergaminhos da sabedoria, e dos Cristais do Poder...

[As Palavras do Sacerdote:] Meu soberano, grande e leal rei... as névoas desfecham seus segredos... você está destinado a possuir um grande poder negro. Beba profundamente das poções do boticário, pois agora eu presenteio-te com um fragmento do místico Cristal de Mera... sagrado artefato dos magos Atlantes, ganho em batalha pelas nossas legiões. Meu soberano, o Cristal de Mera desacobertará a verdade que vaga escondida em vossos mais assombrados sonhos febris...

[A Voz do Prenúncio:] A terra lavou-se com sangue espirrado, e vísceras rasgadas caíam adiante, dos mortos quebrados... Comiam rapidamente a terra com a carne enegrecida com garra e mandíbula da guerra... abrindo os estômagos dos vermes famintos.

[O Rei:] O Cristal ilumina segredos negros, a verdade é conhecida... uma terrível e antiga ameaça é lançada contra mim. Escutem, o som que está acima dos ventos, agora o chamado às armas está sobre todos nós, Determinados guerreiros, peguem vossas lanças e afiem vossas espadas brilhantes. Arqueiros, ponham as cordas em vossos arcos, bravos cavaleiros, celem as rédias da guerra, A glória da batalha finalmente se aproxima , nossa bandeira voará neste dia, em vitória!

Meus guerreiros, neste dia um legado será escrito por nossas lâminas, decretado pelos Deuses, abençoado pelo sangue de inimigos desaparecidos. Nosso destino se aproxima....

[Lord Angsaar, Soberano Negro do Caos:] Venha, grande rei de Hyperborea, marche contra mim com suas esplendidas legiões e espadas reluzentes. Eu, o Veneno dos Reis Atlantes, o Flagelo de Lemúria, Arquinimigo dos Imortais de Ultima-Thule, lhe esmaguarei! Eu jogarei mil pragas sobre seu reino, e criarei uma devastação nunca antes contada e uma carnificina sangrenta até eu ter o seu trono... e a sua alma!

Capítulo 2: O Legado dos Imortais

[Altarus:] E então, os flancos se encheram de esplendorosas bandeiras azuis, um vasto exército marchava para os grandes muros da Cidade Imperial de Hyperborea, e à frente das poderosas legiões, montando um cavalo de guerra negro, cavalgou o rei, a luz do sol brilhava em sua esplendida armadura... compelido por sonhos e guiado pelo Cristal de Mera...

[Xerxes:] Onde? Onde o caminho do rei o levou?

[Altarus:] O rei estava determinado a liderar suas forças para as sombias Montanhas dos Mortos, um lugar estranho e protegido, citado em lendas escuras e antigas. Sozinho, ele galopou adentro da abertura vazia de uma imensa caverna formada ao lado da montanha mais alta, por mãos desconhecidas de incontáveis eras atrás. Por três dias e noites completas, ele não emergiu da caverna, até que, finalmente, ele cavalgou para a frente da montanha antiga mais uma vez , um terrível conhecimento sombreava seus olhos gelados, e possuindo em seu punho uma imensa espada negra, uma magnífica lâmina ébano a qual nenhum ferreiro humano jamais forjara. Temíveis poderes mágicos estalavam do aço negro, dançando sobre sua afiada lâmina gravada... e sua empunhadura em forma de dragão, cravejada de jóias, sussurou segredos arcanos ao rei em uma estranha lingua-anciã.

[Xerxes:] Mas mestre, quais poderes esta lâmina possuía? Que segredos ela contou?

[Altarus:] Muitos séculos atrás, antes mesmo das Grandes Guerras entre os antigos reinos de Atlantida e Hyperborea cessarem, Lord Angsaar conseguiu erguer-se de sua tumba e batalhou com um imortal e poderoso guerreiro-shaman pela posse dos antigos Cristais de Mera, gemas místicas de inigulável poder mágico. Angsaar, com seus poderes aumentados pelas forças das Trevas Exteriores, atacou seu inimigo até a beira da destruição... mas com sua magia fadando-se, o imortal transferiu misticamente sua essência vital para sua grande espada negra, e espalhou os cristais mágicos através da galáxia, deixando Angsaar com uma vitória insignificante e forçando-o a voltar uma vez mais para a sua escura Câmara do Sono. A espada esteve perdida por séculos, assim como os cristais, até que a única gema que restou neste mundo foi descoberta no fundo dos mares nórdicos por um antigo feiticeiro atlante, E a espada... lendas falavam de como seu local de descanso final seria conhecido pelos sacerdotes do último cristal somente quando o poder da lâmina fosse necessário para lutar conta o Soberano do Caos. Este foi o último e mais poderoso feitiço do imortal... ao redespertar de Angsaar, as misticas energias e a incansável força vital colocadas dentro da lâmina seriam transferidas para seu possuidor... sim, aquele que descobrir a Espada das Sombras seria presenteado com o poder do imortal, e pela arte dos feiticeiros anciões, ele lutaria com sua antiga nêmese mais uma vez...

[Xerxes:] Então uma batalha cataclísmica se aproximava!

[Altarus:] E então, de sua Citadela Negra, o Soberano do Caos enviou sua Horda de Mortos-Vivos para enfrentar o exército do rei...

Capítulo 3: A Chegada aos Campos de Sangue

[O Rei:] Contemplem, uma legião de mortos-vivos demníacos recebe-nos no campo de batalha! Enfrente-me, Flagelo de Lemúria, pois eu porto tua ruína: a Espada das Sombas... (e magias sombrias agora me fortalecem com uma força tempestuosa!) Escutem, o som que está nos ventos, agora o chamado das armas está sobre todos nós, A glória da batalha finalmente se aproxima, para o combate nós avançamos!

[Xerxes:] O resultado, mestre... quem deixou o campo vitorioso? O rei prevaleceu?

[Altarus:] As névoas começam a dispersar-se, Xerxes... por ora, as imagens se esvaiam. Este conto terá de esperar até outro dia...

[Letra: Lord Byron Roberts]

[Música: Jonny Maudling]

[Tradução & Adapatção: Lucas F. Corrêa]

Continua em: O Soberano Negro do Caos é Despertado no Encantado Templo de A’zura-Kai (O Esplendor de Mil Espadas Brilhando Sob o Brasão do Império Hyperboreano parte II)

TOLKIEN METAL!

Esta é uma ambição minha: reunir a maior coletânea de músicas sobre o universo de Tolkien possível! Aqui segue o que eu já achei na ordem banda, álbum e música. Os que estão escrito "discografia" é por que TODAS as músicas são Tolkien-related. Quem se interessar, fique livre pra baixar, e se alguém souber de algo que tenha me escapado, agradeço.

Ainur - discografia (From Ancient Times, Children of Húrin, Lay of Lethian)

Ainulindalë - The Lay of Lethian

Archangel - The Akallabêth

Avathar - DISCOGRAFIA (Where Light and Shadows Collide, Shadows, A Storm Coming, Where Wicked Winds Blow, Beyond the Spheres of Mortal World, To the Halls of Await, From the Other Side, For What Dwells Behind the Mist, Forlorn, Dark Paths)

Batllelore - Discografia (...Where the Shadows Lie, Sword's Song, Third Age of the Sun, Evernight, The Last Alliance, Doombound)

Battleroar

To Death and Beyond... - DragonHelm

Blind Guardian:

Battallion of Fear - Majesty, Wizard's Crowm, Run For the Night, By the Gates of Moria, Gandalf's Rebirth

Tales From the Twilight World - Lord of the Rings, Lost in the Twilight Hall

Somewhere Far Beyond - The Bard's Song - In the Forest, The Bard's Song - The Hobbit

The Forgotten Tales - Lord of the Rings (Orchestral Version)

Nightfall In Middle-Earth (PROCURE COM A MÚSICA BONUS Harvest of Sorow)

Cruachan

Pagan - The Fall of Gondolin

The Morrigan's Call - Ungoliant, Shelob

Debauchery

Kill Maim Burn - The Fall of Gondolin, The Fifth Battle

Demons & Wizards

Touched by the Crimson King - Seize the Day, Lunar Lamment

Drakkar

Razorblade God - Galadriel's Song

Enya

Sherpherd Moons - Lothlórien

The Lord of the Rings: The Fellowship of the Ring Soundtrack - May It Be, The Concil of Elrond (Theme for Aragorn and Arwen)

Led Zepellin

Led Zepellin II - Ramble On

Led Zepellin IV - The Battle of Evermore


Lorien

Secret of the Elders - The Voice of Saruman

From the Forest to the Heavens - Light of Valinor

Lothlöryen

Of Bards and Madmen - The Bards' Alliance, There and Back Again, Namärie

Some Ways Back No More - My Mind in Mordor, We'll Never Be the Same, Hobittcon, Hobbit's Song

Minhyriath - DISCOGRAFIA (Gondolyn, Grohnd)

Rick Wakeman - Songs of Middle Earth

Rivendell - DISCOGRAFIA (The Ancient Glory, Elven Tears, Farewell - The Last Dawn)

Sabaton

Metallizer Re-armed - Shadows

Saurom Lamderth - Sombras Del Leste

Summoning - DISCOGRAFIA (Lugburz, Minas Morgul, Dol Guldur, Nightshade Forests, Stronghold, Let Mortal Heroes Sign Their Fame, Lost Tales, Oathbound)

Tengwar - DISCOGRAFIA (Tengwesta Quendion, The Halfing Forth Shall Stand)

Winterfell - Winter is Coming - The Will of the Ring


fonte: metal-archives.com

quarta-feira, 29 de junho de 2011

O Primeiro Quadro

Capitulo 2:O Primeiro Quadro

Entro no carro, bato a porta com fúria, reinclino minha cabeça no banco, solto um suspiro e dou um trago. Será que isso não vai acabar nunca? Lembro-me como se fosse ontem...

Tudo começou há dois meses, no que parecia ser um dia comum de trabalho. Estava tudo como sempre: as amplas janelas da delegacia viradas para o oeste com o sol a bater por entre os vidros espelhados, a cacofônia telefônica tocando suas notas descompasadas sem parar, estagiários levando pilhas de papel e dezenas de pen-drives pra lá e pra cá, vermes sujos de drogas no saguão, o aroma de café por toda a parte. Emerich e Bullock analisavam o catálogo de armas, o inspetor Garland conversando com o delegado sobre a pescaria do fim de semana. Eu olhava para baixo, pela janela, vendo o trânsito da cidade, infectando a paisagem com sua massa negra de carbono.

Até que Martha recebe um chamado de um crime relativamente feio. Quando se diz isso, nós geralmente achamos que é algum veterano de guerra que pirou e matou a família, isso é mais comum do que se pensa. Disse que o caso era meu e fui com Emerich e o Dr. Garry, junto com o resto da criminalistica. O foresncis é bem rápido ao pegar suas coisas: Máquinas fotográficas, sacos plásticos, fitas de contenção, líquidos coloridos, o básico. Deviam ter levado sacos de vômito.

Eram aproximadamente quatro horas da tarde quando chegamos. O pessoal do Garry começou o serviço de sempre. Era uma casa pequena, bem comum, havia uma janela redonda bem acima da porta entre-aberta. A vizinhança estava relativamente calma. Enquanto o pessoal entrava, fui com Emmerich pegar a ficha da vítima com os guardas locais. Foi aí que percebi que havia coisa errada: eles estavam brancos, seus olhos pareciam nunca piscar, o medo cravado em suas íris. Mas antes de indagar qualquer coisa sobre a vítima, um grito é ouvido de dentro da casa. Emmerich e eu já sacamos nossas armas (o aço frio de meu bom e velho Magnum .357) e entramos pela porta.

Não havia ninguém além da criminalistica, o grito era de Maureen, o braço direito do Dr. Garry, ela estava em choque, a pele branca como a neve, seus olhos pareciam terem acabarado de contemnplar o próprio coração do inferno. Lágrimas de pavor corriam-lhe o rosto, sua boca estava manchada de vômito. “Em 28 anos de criminalistica, ela já vi de tudo, inclusive uma mãe que matou as filhas com uma motoserra e depois decepou a própria cabeça! Mas nada... nada... se compara a... a... isso!”-- disse ela. E tinha razão.

A porta para a sala de estar estava fechada. Com um certo receio, abri e imediatamente vomitei, não estava preparado mesmo para o que encontrei: sangue em todas as paredes, mas não espalhado como num matadouro... parecia... pintado! Em cima da estante de TV, havia um torso humano, sem braços, sem pernas, sem cabeça, amarrado por arame farpado. Havia dezenas de cortes no torso, todos eles feitos com precisão cirurgica, pequenos porém fundos, não foram feitos com uma faca, quem fez isso, usou um bisturi ou algo do tipo e sabia exatamente o que estava fazendo. Mas não foi isso que assustou os peritos.

Bem na nossa frente, havia uma espécie de escultura, feita com os pedaços da vítima: as duas pernas estavam ajoelhadas, os braços em estendidos, com os o cotovelos dobrados, como se estivesse oferencendo algo. Os braços estavam colados com as pernas, fundidos pelos ombros ao lado de cada coxa, ao que tudo indicava por um maçarico. O cheiro de carne humana queimada era forte, e um dos cheiros mais nauseantes existentes. Mas o que botou Maureen e eu a vomitar não foi isso, não, faltavam pedaços dos braços e pernas, nem foi necessário a necropsia para saber, era claramente visível: os pedaços foram arrancados a dentadas! Nas mãos mordiscadas, havia a cabeça do indivíduo, seus olhos estavam perfurados. Dava pra reconhecer da ficha: John Harper, solteiro, 32 anos, ia se casar em duas semanas. Sem inimigos, ou dívidas, feliz com a vida que tinha. Não havia ninguém que quisesse sua cabeça por algum motivo.

Então, um dos peritos reparou que, no chão, próximo a escultura, um tapete manchado de sangue, mas tinha alguma coisa a mais... parecia uma escrita, mas não fazia sentido, e apenas uma palavra... “Uma assinatura!”, disse Emmerich. Sim, de fato, parecia isso. Não estávamos mais num caso de assassinato, estávamos pulando de cabeça numa caçada a algum doente que se acha um artista. Dois meses se passam, e mais mortes ocorrem.

Ligo o carro e dou uma olhada para a casa da família, a névoa encobrindo os últimos carros de policía e ambulâncias que vão saindo... os próximos serão oito. Isso tem que parar, isso é doentio demais até para nós! Essa máquina de arte insana há de parar, e eu serei o bastão que fará suas engrenagens travarem.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

O Pincel Macabro

Capitulo 1: O Pincel Macabro.

Era uma noite fria e desolada.... estava lá eu, em mais um dia de folga cortado. O vento me cortava o rosto, as sirenes reluziam no rosto de Bullock. Os criminalistas entravam e saiam como formigas loucas para levar comida para sua gorda rainha. A multidão de curiosos se aproximava por detrás das faixas de contenção.

Finalmente um laudo: Sete mortos. Levaram meia hora pra achar todos os pedaços... Bullock e eu entramos. Bullock vomita. O cheiro de sangue nas paredes é forte. Em cima de um abujur, uma cabeça. A face desfigurada, toda enrugada e ensaguentada com centenas de furos na face. A tampa da cabeça aberta. O cérebro estava... bem, não tenho como descrever. Parecia uma espécie de escultura sinistra.

Entramos na sala de estar. A luz dos abujures deixava tudo mais solene, seria uma casa bem confortável, um sofá de couro branco bem aconchegante... se não fosse pelos estômagos jogados nele. No chão, símbolos desenhados com sangue. Acendo um cigarro. A fumaça cancegírena ajuda a apagar o cheiro de corpos. É então que vejo a estante de TV. Sete torsos humanos, desmembrados, abertos, com órgãos caindo, amarrados com arame farpado. Qualquer um ficaria surpreso. Não eu, não minha equipe. Já é o sétimo desses. A única diferença é a contagem dde corpos... e a abominável escultura cerebral no abajur.

Vamos até um dos quartos. E dessa vez o maldito se superou. Braços e pernas espalhados, com pedaços arrancados a dentadas. Mas com uma novidade: estavam com merda. O maldito cagou num canto e usou a própria merda pra fazer a sua “arte”. Outras seis cabeças estavam sobre a cômoda. Três delas fundidas por um maçarico formando uma arte bizarra. Outras duas, com a face desfigurada, cheias de facadas, assim como aquela do abajur, já sem olhos. A última, a de uma garota, jovem, linda, loira, não devia ter mais de 23 anos. Estava intacta, mas com um porém: havia sêmem sob seu pescoço cortado. Deus, o cheiro era horroroso.

Jogo minha bituca de cigarro e imediatamente acendo outra. É melhor morrer de câncer do que morrer desse jeito. Já faz dois meses que estamos caçando esse demnte. E juro pela minha vida que o detetive Lars Grodonnar não vai descançar até ter a garganta do desgraçado estar cortada.